
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Executiva

sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Banalização
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Sem par
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Feira de artesanato
sexta-feira, 30 de julho de 2010
O escritor
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Vocações
- O que você vai ser quando crescer? – perguntaram à menina do cacho dourado. E ela prontamente respondera, como aliás, por certo responderiam meninas de cabelos de franja, de rabos de cavalo, de laços de fitas, de toda uma geração igual à dela: - Professora!
E assim foi que o tempo incumbiu-se de fazê-la exercer a profissão profetizada em sua inocência dos sete anos.
Espelhada em doces lembranças como a de ir de mãos dadas para a escola com a mestra que era sua vizinha, ou a de brincar de professora com primos que vinham do interior (com direito a “ditado” e “redação”) sentira que fora boa mestra nos alguns anos que estivera em sala de aula.
O grupo escolar em distrito a vinte e dois quilômetros da cidade, por lá estivera em dias de sol, em dias de chuva e até grávida dos dois filhos sem nunca faltar à doce missão...
Depois várias vocações surgiram em seu caminho: dublê de mãe, de dona de casa, de avó, de contadora de histórias, de poeta...
Com o tempo passando notara que o bom exercício delas, se devia ao fato de que se tornara mais aluna do que educadora.
E, em dias de reflexão, revendo no currículo o campo “habilidades profissionais” percebera que a na Escola da Vida não havia sido reprovada na matéria Boa Vontade e uma forte constatação: sempre tivera VOCAÇÃO para a FELICIDADE.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Busca
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Resgate
sexta-feira, 25 de junho de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Foto mensagem
sábado, 12 de junho de 2010
Mormaço

Peço desculpas pelo atraso. A Walnize me mandou o texto desde quinta-feira e eu na correria e no meio de um gripe que resolveu não me largar acabei por postar só agora.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
A dor de mudar

sábado, 8 de maio de 2010
Porque só somos mães por causa deles...

Os conheço de longa data.
Parceiros, amigos, quase gêmeos... Irmãos!
São que se pode chamar: banana iconha; irmãos siameses; a porca e o parafuso; o Gordo e o Magro; Cosme e Damião; Jararaca e Ratinho; Chitãozinho e Xororó; dada à afinidade e cumplicidade que os une.
Na infância, Batman e Robin foram seus personagens preferidos, o que correspondia vestirem, literalmente, a fantasia...
Cresceram freqüentando os mesmos bancos escolares, as mesmas festinhas, repartindo desabafos e confidências com os mesmos amigos.
Como em qualquer parceria (e com eles não pode ser diferente) ficam definidas as sutis diferenças, pois são elas que dão o toque harmonioso da convivência.
Com o passar dos anos, cada um seguiu seu caminho, na escolha das profissões, das paixões e decisões.
Mesmo assim – ainda que ocupem espaços físicos diferentes – percebe-se uma linha tênue e transparente que faz com que se aproximem sempre.
Há uma torcida mútua pelo sucesso de cada um. (Ah! não posso em esquecer!...) torcem pelo mesmo time de futebol, o que os leva aos estádios em prazerosas tardes de domingo.
Em se tratando de dor ou alegria seguram-nas de mãos dadas e firmes dividindo o peso em partes iguais.
Existe compreensão recíproca no modo de agir, pensar e viver já que com o amadurecimento os traços de suas personalidades ficam bem evidenciados: um carrega o piano, o outro toca o piano; um é samba, o outro é jazz; um dirige o carro, o outro é sempre carona; um está sempre pronto a ajudar, o outro sempre pronto a ser ajudado...
E foi por conta disso, que dias desses – descontraídos e felizes – se auto-denominaram: o prestativo e o imprestável acompanhado de sonoras gargalhadas.
Abraçaram-se como “cocota e ranheta” e pude – mais uma vez – ver selada a fraternidade entre eles.
(aos meus filhos dos quais recebi o título de Mãe)
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Trova
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Vitoriosa

Walnize Carvalho
Quando choro
Quando coro
Quando rio
Quando crio
Quando creio
Sou vitoriosa
Quando mudo
Quando estudo
Quando aprendo
Ou me rendo
Sou vitoriosa
Quando troco de calçado
Ou de calçada
Troco de Estado
De estado civil
E nem ligo
Quando dizem
“ — Onde já se viu?”
Sou vitoriosa
Quando digo: NÃO!
Quando digo: SIM!
Sou vitoriosa
Quando
amo a MIM...
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Na retina dos meus olhos

sexta-feira, 9 de abril de 2010
"Mas eis que chega a roda viva..."

domingo, 4 de abril de 2010
Novamente

(*) Walnize Carvalho
O Valor das Palavras
O enorme valor do prefixo RE.
Em tempo de RESSURREIÇÃO, vale REFLETIR. Que tal?
REcitar um poema?
REdescobrir um caminho?
REatar uma amizade?
REver um amigo?
REalçar um sorriso?
REacender uma paixão?
REcontar uma história?
REconquistar um afeto?
REpensar a solidão?
REler um bom livro?
REciclar uma idéia?
RElembrar a infância?
REfazer um trajeto?
REtribuir um gesto?
REaprender com o idoso?
REviver uma emoção?
REencontrar a si mesmo...
“REinventar a VIDA?”
sexta-feira, 26 de março de 2010
Paz, explosões, inquietude...

Walzize Carvalho
Explosões silenciosas
Céu estrelado em noite de luar
Arco-íris em fim de tarde
Flores em beira de estrada asfaltada
Marolas em rio vistas da ponte
Pássaros em fios elétricos de postes.
Lágrima em olhar de mãe saudosa
Paz inquieta
O grito de um
filho
chegando de viagem
no portão de casa.
-Mãe!Já cheguei!
Os pingos da chuva
Na janela do quarto
Na manhãzinha.
Correria dos meninos atrás
da bola na rua
vazia.
Rádio ligado na
“Ave Maria” do
solitário ouvinte
no estacionamento
de carros.
Cantarolar de
minhas netas
de músicas de antigamente.
Arrastar de
Cadeiras para
Almoços em família.
Ouvir “Alô ao
Telefone de
Alguém que lhe
quer bem.
Escutar a batida
do meu
“coração”.
quinta-feira, 18 de março de 2010
Uma rosa em segredo








